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Palavras da Tribo
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As primeiras, as segundas e todas as palavras Quarta-feira, Abril 23, 2008 ... e para ouvir com todo o corpo e mais algum,
mp postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 1:19 AM - Comments: como ouvir música com todo o corpo... mp postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 1:07 AM - Comments: Segunda-feira, Abril 21, 2008 uma inspiração que passou pela Gulbenkian a semana passada... mp postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 9:20 PM - Comments: Quinta-feira, Abril 17, 2008
uma despensa miss portugal postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 11:15 AM - Comments: a mentira começaria, insidiosa, a trepar-lhe pelas pernas. após alguns minutos de palavras convincentes, apertadas contra lugares comuns para não resvalarem, sentiria um desconforto. ouvia-se a si próprio, desfiar como um rosário,opiniões, justificar atitudes, parecer coerente, a dar um possível sentido, a organizar as pessoas, os acontecimentos. uns fúteis, outros indiferentes, aqueles idealistas, estes corajosos. em si, a necessidade de explicar, de dar luz, arejar a casa e os hábitos. aquilo que subjaz à realidade, a palavra mais calada e silenciosa, a verdade mais profunda e misteriosa estaria prestes a nascer. alberto postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 11:09 AM - Comments: Quarta-feira, Abril 16, 2008 Primeiro a luz Segundo os passeantes Terceiro a brisa vento Quarto o cheiro momento Quinto o movimento Sexto o desenho Sétimo a hora Oitavo o namoro Nono o amainar Décimo a cidade cristina r. postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 11:46 PM - Comments: ainda há milagres no sec xxi? em Lisboa, na sala 2 do cinema king, a várias horas do dia até dia 23 de abril de 2008 é água que se transforma em vinho, pão que se transforma em rosas...? é cinema que se transforma em vida, na vida mais pura
(Carlos Reygadas "A luz silenciosa") mp postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 7:57 AM - Comments: Quinta-feira, Abril 03, 2008 a noite caía como uma manta de lã, suave e silenciosa. antes fora o esplendor do dia, a certeza das palavras claras e sem mistério. agora, entraria numa sala escura e aí como uma reclusa ficaria imóvel, respirando a compasso, os olhos percorrendo as paredes da cela de uma cor indistinta e improvável. começariam aventuras, cavalos a correr como insectos pelas paredes, gentes que passavam e a chamavam, encontros absurdos, mas desejados. bastava cerrar os olhos com as pestanas de mãos dadas, os sobrolhos juntos como vizinhos à janela e a magia aconteceria. bastava sonhar, deixar-se cair na massa de água morna e viajar até ao fundo do mar, ao reino de vidro das sereias.e passariam anos, perderia amores como botões mal cosidos, seria a mais atormentada das fêmeas, mas seria livre. a garra sem corpo não lhe apertaria o coração. o coração não lhe saltaria do peito. as lágrimas secariam ao sol da primavera. ficariam sempre juntos, como duas pedras no leito de um rio. alberto postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 12:13 AM - Comments: Quarta-feira, Abril 02, 2008 "Guarda a manhã Tudo o mais se pode tresmalhar Porque tu és o meio da manhã O ponto mais alto da luz Em explosão" Daniel Faria in "Explicação dos pássaros e de outros animais", 1998 miss portugal postado por: "PALAVRAS DA TRIBO " 11:03 PM - Comments:
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